littlethings
Aprendi que a dor solitária é o único individualismo que não desperta maledicências.
terça-feira, 8 de março de 2016
terça-feira, 22 de julho de 2014
ela, sempre ela
menos racional para poder sobreviver.
e assim ela segue, sem saber, só sentindo. e indo...
nunca se sabe onde se pode parar.
ela só sabe que ela vai longe. e foi, e vai, e tá indo.
quinta-feira, 29 de maio de 2014
INTJ
Ela poderia dizer tudo, não que ele quisesse escutar, seus elogios baratos, o sufoco. Ela continua igual, e isso acaba por fazer mal. A confusão, a dor, a dúvida, já se tornaram tão banais. E aquele passado, esquecido? A poesia, o doce, a rima, é isso o que revolta mais. O que come por dentro, é o orgulho e o arrependimento, de fato. Mas se é a solidão que os faz invencível, não diga a ela onde está. Perdoe, por não estar perto, por não dar a mão, as duas, o todo. A agonia incansável do seu erro, a certeza de quem falhou. O problema em pensar demais, o medo de sentir o vento batendo no rosto, a adrenalida se espalhando no corpo, por si só,a atormenta de novo. E ela, petulante e vulnerável, sempre se faz de forte, em seu corpo quase frágil. A música tocava seus ouvidos suavemente, e, sem pensar, o mundo girava em movimentos absurdamente provocantes. Ela, tão sincera e fria, como um cadáver, tão só, envolta em pensamentos ocultos na nostalgia e na irritação. Inquieta, faz de tudo para agir com cuidado, sem sentido, um nó cego perdido.
falar sem pensar e se arrepender por não ser
de coisas que eu não fiz;
de pessoas que eu não conheci;
de tudo que fingir viver;
das emoções que pareciam ser;
de uma pessoa que eu não era;
da vida de mentira;
do mundo que não existiu;
se eu soubesse da vida hoje eu teria continuado da mesma maneira. não que as coisas estejam certas como deveriam ser, mas ainda existe o que há de vir e não existe o certo pra se dizer.
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Hey, been trying to meet you
sexta-feira, 21 de março de 2014
Não se importava com raios, queimadas, encontros desmarcados, ofensas virtuais, difamações, convites hipócritas, sorrisos amarelos, institucionalismos. Não se importava nem com citações literárias.
Queria apenas que nada, nunca, fosse igual. Ainda que fosse sempre pior.
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