Na maior parte dos casos, só se reconhece aquilo que temos de bom quando o perdemos. A natureza dos seres humanos fá-los valorizarem prioritariamente as maiores futilidades e deixar para depois aquilo que é verdadeiramente puro e importante, como se fosse um dado adquirido ou simplesmente um assunto importante demais para ser tocado.
É esse o momento em que te apercebes que por muito alarido que seja feito não há nada que vá mudar esta condição a não ser desaparecer. Ou a falta e a saudade se vão fazer sentir ou, caso contrário, sente-se a prova de que afinal, não era algo assim tão importante. Seja como for, todas as dúvidas desaparecem, final feliz, vira a página e compra outro livro.
O medo impera naqueles que não vivem a sério.
Por isso, há momentos em que há que ter coragem para o dizer:
THE END.
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