Dias abstratos são esses por qual passo. Não sei onde, como, ou até o porquê. Uma ocupação da semana intensamente cansativa e desgastante. Pensei que não seria tão bom quanto imaginava, mas meu texto sempre caminha por linhas circulares, nunca sabe qual será o ponto ou a vírgula que encontrará, mas sabe da possibilidade de sempre ter um novo parágrafo. Dessa vez o sujeito no texto velho passou a ser sujeito inexistente de uma frase intransitiva morta. Jogada ao fogo e suas cinzasse espalharam a segundos luz no ar. Não há de ser novamente.
Agora, cabe a mim cuidar do verbo haver. Existir ou ocorrer. O fato de que joguei fora as canetas velhas, comprei um novo bloco de folhas e um lugar novo pra escrever, diz muito de algo auto-explicativo. Não vamos falar do óbvio! Deixo aqui o preço da dúvida, pois é inútil ter certeza.
Cuido carinhosamente de cada código do novo pronome pocessivo. Quem sabe à partir de hoje consigo o colocar na minha nova oração.
Enquanto isso, de masinho, bem calminho, só observo e espero.
Levanto-me da cadeira, jogo meus romances sobre a cama, visto minha melhor roupa, passo meu perfume mais cheiroso e vou espalhar um pouco de amor por ai.
Eu vou sair, quem sabe te encontrar.
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