Ás vezes me dá uma vontade de pintar meu cabelo de azul e apagar tudo da minha memória.
Queria ser Clementine do filme: brilho eterno de uma mente sem lembranças.
Quão bom seria conhecer tudo denovo, quão bom é o novo.
Tem sensações que são boas quando são primatas, depois perdem seu sabor.
A vida às vezes é amarga, mas se o amargo não existisse, não teriámos o doce.
Gosto dessa cidade da mesma intensidade que gosto de viajar.
Mas agora é hora de ir, sentir o doce, o azul. É hora de sentir.
Permita-se, é carnaval.
Nenhum comentário:
Postar um comentário